17 de maio de 2010

Edificio Balança Mas Não Cai

 Paulo Gracindo e Brandão Filho eram os Primo Rico e o Primo Pobre
O humorístico Balança Mas Não Cai que surgiu na Rádio Nacional, em substituição ao PRK-30 (quando este se transferiu para a Rádio Tupi) em 1950, escrito por Max Nunes e Haroldo Barbosa ficou no ar até 1967. 

O programa fazia tanto sucesso que ia ao ar dois dias na semana: na sexta-feira às 20:35 , ao vivo; aos sábados, gravação do programa do dia anterior, antes do Programa César Alencar. Trouxe muitas inovações: os quadros eram isolados, sem nenhuma ligação entre eles, a não ser o fato de que se passavam no mesmo prédio, o Balança, mas não cai. 

O programa, enfim, era uma crônica do cotidiano de um edifício, e entre os seus personagens que marcaram época estão os Primo Rico e Primo Pobre (interpretados por Paulo Gracindo e Brandão Filho, respectivamente) e o Anão Zezinho (interpretado pelo ator Wellington Botelho). Apesar de ser um programa de características eminentemente cariocas, tornou-se um sucesso nacional. 
Locutores: Reinaldo Costa, Lucia Helena e Jorge Cury.
Narrador: Afrânio Rodrigues
Produção: Max Nunes e Paulo Gracindo 
Intercalavam na participava desse programa quase todo o casting de radioatores da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, destacando-se Ema D'Ávila, Floriano Faissal, Germano, Osvaldo Elias, Apolo Correia, Lúcio Mauro (Fernandinho), Sônia Mamede (Ofélia) e vários outros.


Do rádio, o programa Balança Mas Não Cai foi para TV. Estreou na  Rede Globo em 16 de setembro de 1968 e ficou no ar até dezembro de 1971. Inicialmente, era apresentado ao vivo e tinha como apresentador Augusto César Vanucci. Em 1972, o humorístico passou a ser apresentado na TV Tupi, e só retornaria para a Globo em 1982, com apresentação de Paulo Silvino. No ano seguinte, o programa foi cancelado.

Ouça o quadro Primo Rico e o Primo Pobre levado ao ar pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, no dia 07 de setembro de 1952.

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